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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Viver e morrer.


 Isso é como um frio na espinha, uma caligrafia mal escrita e dores repentinas em cada nervo do corpo.
 Isso é como uma tecnologia já morta perdida em uma natureza vivíssima.
 Isso é ficar nu e se excitar com o seu próprio corpo. É abrir um sorriso e entrar no amargo da sua alegria, acordar em horas impróprias.
 Segurar tanto as lagrimas e depois não as ter mais.
 Tomar banho e sentir a água quente caindo pelo meu corpo.
 Isso é trair você mesmo devido a sua curiosidade opaca.
 Ser mal interpretado por pessoas tolas, dignas de preconceitos, porque eu adivinho antes mesmo de conhecer.
 Transfiguro-me e retorço-me no chão, é excesso de amor.
 É ganhar uma amizade quando se quer outra coisa. È ser um caso reto e oblíquo.
 Amar as partes brancas e negras. Ser a morte e a vida. Desmaiar em meio termo, ser intensamente algo, mudar quando quiser.
 Liberdade de ser aquilo que é e aquilo que não é. Viver e morrer.

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